Taxa de inflação na zona euro aumenta em dezembro

Taxa de inflação na zona euro aumenta em dezembro

Depois de um ciclo em baixa, durante sete meses, a taxa de inflação na zona euro volta agora a aumentar em dezembro, segundo dados do Eurostat. Perceba o que está em causa e como garantir maior estabilidade no orçamento, face à instabilidade da atual conjuntura. 

12 Jan 20243 min

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Taxa de inflação na zona euro aumenta de 2,4% para 2,9% 

A taxa de inflação homóloga na zona euro contraria a descida que ocorreu em novembro, aumentando em dezembro de 2,4% para 2,9%

Esta informação é divulgada pelo Eurostat, partilhada pelo Notícias ao Minuto, e interrompe agora a descida que tinha vindo a ocorrer nos últimos sete meses. 

Contudo, o Eurostat prevê um abrandamento na taxa de inflação subjacente – a que reflete o cálculo da evolução dos preços sem ter em conta os elementos mais voláteis - para 3,4%, menos 0,2 pontos percentuais que em novembro de 2023. 

Note, no entanto, que a diferença para dezembro de 2022 é significativa. À data a taxa de inflação homóloga da zona euro era de 9,2%. 

“Considerando as principais componentes do indicador, a da alimentação, álcool e tabaco registou, segundo a estimativa, a mais alta taxa de inflação (6,1%, face a 6,9% de novembro), seguindo-se a dos serviços (estável nos 4,0%), dos bens industriais não energéticos (2,5%, contra 2,9% de novembro) e da energia (-6,7%, que se compara com -11,5% em novembro)”, pode ler-se na notícia do Notícias ao Minuto. 

De entre os 20 países da zona euro, as acelerações aconteceram em nove países (Alemanha, França, Grécia, Irlanda, Bélgica, Luxemburgo, Áustria, Finlândia e Estónia), e em Espanha a taxa manteve-se. A estimativa, medida pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), conclui que, dos 20 países, as maiores taxas de inflação pertencem à Eslováquia (6,6%), Áustria (5,7%) e Croácia (5,4%). Contrariamente, estimam-se as menores taxas na Bélgica e Itália (0,5%), Letónia (0,9%) e Países Baixos (1,0%). 

Estes dados vão contra os números demonstrados em Portugal em dezembro, que marcados pela taxa de inflação homóloga de 1,4%, tendo esta sido a quinta menor entre os países da zona euro. 

Variações da inflação: Como garantir estabilidade no orçamento? 

Com a incerteza a continuar a pairar face à inflação e às taxas de juro, como garantir maior estabilidade no seu orçamento? 

No caso de ter um crédito habitação indexado à Euribor, e sujeito às variações também da mesma, a resposta a esta questão é simples – fixando a sua taxa atual

Isto é, uma vez que o valor mensal que paga por mês está dependente do valor das taxas Euribor – que, por sua vez, dependem do valor das taxas de juro diretoras – ao mudar o regime do seu crédito para uma taxa de juro mista ou fixa, essa variação termina.  

Com um dos regimes mencionados, passa a ter acesso a uma maior estabilidade, pois paga sempre o mesmo valor de taxa, ainda que na taxa mista seja só numa primeira fase, por um período de tempo que escolhe. 

No entanto, uma vez que as taxas Euribor se encontram perto de valores de 4%, por outro lado, existem campanhas de taxas mistas nos bancos a começar em 2%, se fixar a taxa por um ano.  

Para ter acesso a estas campanhas, pode renegociar as suas condições junto do banco atual, ou transferir o crédito para um banco diferente (visto que estas campanhas são mais comumente permitidas para novas hipotecas). 

Quer saber mais sobre estas opções? Contacte os intermediários de crédito da Poupança no Minuto que, com um serviço totalmente gratuito, o ajudam em todo o processo desde o dia 1! 

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