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Crédito habitação: Taxa de juro diminui pelo 7.º mês consecutivo

Crédito habitação: Taxa de juro diminui pelo 7.º mês consecutivo

Taxa de juro implícita dos créditos hipotecários desceu pelo 7.º mês consecutivo no mês de agosto, para 4,417%. Leia os números em seguida.

27 set 2024 • 2 min


Taxa de juro implícita no crédito habitação desceu para 4,417% 

A taxa de juro implícita no crédito habitação caiu pelo 7.º mês consecutivo no mês de agosto, para 4,417%. Sendo que a parcela correspondente a juros continuou a representar 60% da prestação média. 

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados pelo Notícias ao Minuto, e indicam então que a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação “desceu para 4,417%, valor inferior em 7,0 pontos base face ao registado no mês anterior, acumulando uma redução de 24,0 pontos base desde o máximo atingido em janeiro de 2024 (4,657%)”. 

De notar que a taxa de juro passou de 3,713% em julho para 3,665% em agosto, nos contratos celebrados nos últimos três meses. O que representa uma diminuição acumulada de 71,5 pontos base, desde o máximo atingido em outubro de 2023. 

“Para o destino de financiamento "aquisição de habitação", o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 4,377% (-7,1 pontos base face a julho). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro diminuiu 5,2 pontos base face ao mês anterior, fixando-se em 3,639%”, explica a notícia. 

Além disso, em agosto, a prestação média mensal do total dos contratos fixou-se em 404 euros, um euro abaixo comparando com julho e 25 euros a mais face a agosto de 2023 (variação mensal de –0,2%). Considerando que, do valor da prestação, 242 euros (60%) corresponderam ao pagamento de juros, 62 euros (40%) para capital amortizado, e em agosto de 2023 a componente de juros representava 57% do valor médio da prestação (379 euros). 

E nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação aumentou seis euros em julho comparando com o mês anterior, para 617 euros (menos 1,0% face ao mesmo mês do ano anterior). 

Em agosto, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 345 euros face a julho, tendo-se fixado em 66.874 euros. 

Para os contratos celebrados no último trimestre, o valor médio em dívida foi de 128.791 euros, mais 1.250 euros que em julho. 

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