Para perceber quanto pode poupar no seu caso específico nas várias situações, fale com um intermediário de crédito, como a Poupança no Minuto, para requerer simulações aos bancos mediante as suas condições de crédito. Será mais fácil, rápido e realista. Mas perceba, primeiro, no geral quanto pode ser possível poupar.
Primeiro, vamos relembrar quais as novas medidas do Governo relativas ao crédito habitação e como funcionam:
Fixar e reduzir a prestação mensal
Bonificação temporária de juros
Então, na prática, qual será o impacto destas medidas na prestação mensal do crédito habitação? Vejamos os exemplos que o Governo disponibilizou, para perceber quanto é possível poupar. Note que pode pedir ao banco para ter acesso às duas medidas em simultâneo, como veremos em seguida.
Considerando um capital em dívida de 100 mil euros, um indexante de 4,1%, um spread de 1,5%, uma maturidade residual de 30 anos, mutuário no 4.º escalão de rendimento e com taxa de esforço de 40%, acedendo à fixação e redução da prestação, tem um novo indexante de 2,85% (70% da Euribor a 6 meses).
O novo indexante permite reduzir a prestação em 76,33 euros. E aplicando ainda a bonificação de juros, subtrai mais 66,70 euros ao valor que paga mensalmente. O que, no total, equivale a menos 143, euros mensais, e menos 1.716 euros anuais. O cliente pagava uma prestação de 574,08 euros, e fica assim a pagar 431 euros.
Agora tendo em conta um capital em dívida de 200 mil euros, um indexante atual de 4,1%, 1,5% de spread, 30 anos de maturidade residual, um mutuário no 7.º escalão de rendimentos e uma taxa de esforço de 20%, fixando a prestação, fica com o novo indexante de 2,85% (70% da Euribor a 6 meses). Só esta medida reduz a prestação em 152,65 euros mensais, e 1.831,8 euros anuais. Neste caso, o cliente não pode aplicar a bonificação de juros devido ao seu escalão de rendimentos. Porém, pagando uma prestação mensal de 1.148,16 euros, passa a pagar 995,5 euros com a aplicação da primeira medida.
Mas será que com uma transferência do seu crédito habitação não consegue poupar ainda mais?
Analisemos o seguinte exemplo, de um casal que efetuou um processo de transferência com os intermediários de crédito da Poupança no Minuto: O Carlos e a Inês (nomes fictícios) tinham um capital em dívida de 285 mil euros, um prazo de reembolso de 30 anos, uma taxa variável com a Euribor a 12 meses e um spread de 1,40%, e pagavam uma prestação mensal de 1.141,73 euros.
O casal pediu novas propostas e a melhor que obteve foi através da fixação da taxa por dois anos e, após esse período (em que, provavelmente, a sua taxa iria continuar a subir), voltar à taxa variável. Então, com uma taxa mista, e as mesmas condições de crédito, os titulares passaram a pagar 881,43 euros de prestação mensal.
Ao transferirem o seu crédito habitação, acederam a uma poupança de 260,30 euros mensais, e passaram a poupar 3.123,60 euros anuais.
Sim, é possível aplicar tanto as duas medidas em simultâneo (se for elegível), como ainda a transferência do crédito habitação.
No entanto, note que deve primeiro aderir ao regime de apoio, e depois avançar com a transferência de crédito. Porque só é possível acionar o apoio se tiver uma taxa variável no seu contrato, e ao aderir ao regime de taxa mista com a transferência, deixa de poder beneficiar da medida.
Acionar as duas medidas permitirá que aceda à maior poupança possível com o seu crédito habitação, e alivie o orçamento mensal familiar.
Peça propostas com ajuda de um intermediário de crédito
No caso da transferência, o ideal é sempre pedir ajuda a um intermediário de crédito que comunique com os bancos para lhe apresentar várias propostas e o ajudar a comparar e perceber qual a mais benéfica.
Os serviços dos intermediários de crédito da Poupança no Minuto são totalmente gratuitos e personalizados, tendo acesso a um agente ao longo de todo o processo até à efetivação da transferência.
Comece a poupar já com o seu crédito habitação, e antecipe possíveis despesas em 2024. Contacte-nos para o podermos ajudar a garantir uma folga orçamental!
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